terça-feira, fevereiro 07, 2006

Quem não vai à guerra, só leva!

"Extremistas islâmicos assassinaram essa sexta-feira a sangue frio seis cristãos do pequeno povoado de Patikul, na ilha de Joló. Segundo informa a agência AsiaNews, órgão informativo do Instituto Pontifício das Missões Estrangeiras, os agressores, supostos membros do grupo terrorista Abu Sayyaf, próximo a Al Qaeda, bateram às portas das casas da aldeia perguntando se eram muçulmanos ou cristãos. Segundo esta fonte, após ter obtido esta informação, os agressores retornaram posteriormente para disparar contra os que se haviam declarado cristãos. O porta-voz das Forças Armadas Filipinas, o general Alexander Aleo, confirmou a informação, revelando que entre os falecidos há uma menina de nove meses. O militar explicou também que no ataque ficaram feridas gravemente outras cinco pessoas, entre as que se encontra um menino de três anos. Abu Sayyaf é o grupo guerrilheiro mais temido de todos que operam no sul das Filipinas. Desde sua criação em 1991, a história de Abu Sayyaf foi escrita com o sangue de suas vítimas, entre elas turistas e religiosos".
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"O bispo de Anatolia vê uma relação entre o assassinato do sacerdote italiano, padre Andrea Santoro, de 60 anos, missionário na Turquia, e os protestos de fundamentalistas islâmicos contra a publicação de charges de Maomé em jornais ocidentais. Em uma entrevista concedida a «AsiaNews», Dom Luigi Padovese considera que «não lhe parece casual» esta relação. «Esta manhã --explicou na segunda-feira-- estive no necrotério. O padre Andrea foi assassinado com dois tiros: após o primeiro disparo, conseguiu dizer a um jovem que estava na igreja para que se escondesse; o segundo disparo o matou». Pelas informações que recolheu esta segunda-feira, o bispo considera em suas declarações à agência do Pontifício Instituto para as Missões Estrangeiras que o assassino parece «que não era um jovem». «Tanto o jovem que estava na igreja como a voluntária de Roma que oferecia ajuda na paróquia falam de um adulto. O padre Andrea estava ajoelhado, quem disparou nele não teve necessidade de entrar: deteve-se na porta, a uns quatro ou cinco metros de distância. Apontou e disparou», afirma o bispo. O bispo exclui a hipótese de que o padre Andrea tenha sido assassinado por seu trabalho de resgate de jovens da prostituição, pois não crê que «sua ação alcançasse uma fase tão avançada como para provocar um assassinato». «Talvez ameaças», considera, mas não um assassinato. Vê mais possível uma relação com os protestos islâmicos destes dias. «O fato de que o assassinato tenha acontecido agora não me parece casualidade --confessa--; de outro modo poderia acontecer em qualquer momento. Também, aqui o ambiente está quente, ainda que não diria extraordinariamente quente. E aqui há muçulmanos fanáticos»".
by ZENIT

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