quinta-feira, abril 13, 2006

Editorial da Revista Magazine Grande Informação

Caros Amigos,

Atráves de S.A.R. D. Duarte de Bragança tomei conhecimento desta excelente Revista. Além da entrevista ao Duque de Bragança, assume-se claramente como monarquica.
Neste momento de luta dificil para nós, em que toda a comunicação social nos vira costas ou esforça-se para denegrir erroneamente o conceito de Monarquia, teremos nós, monárquicos, de preservar todos os esforços destes pequenos mas grandes focos editoriais que poderão servir de propaganda ideologica a todos os seus leitores.
Como prova disso transcrevo o editorial da Revista e subscrevendo as palavras de S.A.R., não comprem apenas um nome, cultivem uma rotina mensal ao quiosque ou assinem.

" Há pouco menos de 100 anos, no dia 1 de Fevereiro de 1908 foram disparados 3 ou 4 tiros que puseram fim a uma instituição que durava há já 8 séculos.
Porquê?
Porque havia uma nação descrente e 7% de republicanos que achavam que esses tiros resolviam o problema.
Resolveram?
Passados apenas 20 anos veio um jovem e enérgico professor de Santa Comba.
Resolveu?
Passados 50 anos veio um novo já "velho" professor para o poder, mas os "poderes" não o deixaram governa, e o milagre da transformação do regime ficou adiado.
Passados poucos anos veio então a liberdade a que se seguiu uma chuva de euros.
Hoje Portugal está parado!
Pergunta óbvia?
O regresso a um regime monárquico parlamentar poderia resolver o problema?
Sinceramente não sei, mas sei o seguinte:
  • A monarquia é mais estável, por razões óbvias
  • A monarquia é menos dispendiosa (veja-se o estudo recente que compara os gastos da Casa Real Espanhola com os da nossa presidência da republica)
  • A monarquia é mais representativa pois o presidente mesmo que eleito com maioria absoluta de 50% + 1 voto, acaba por representar apenas 20 % a 25% da população (cavaco ganhou com 2M de votos e sampaio com 2,4 M, num país de 10 milhoes de habitantes)
  • A monarquia é mais isenta pois não depende de partidos, interesses, credos ou religiões para se mantem no poder
  • A monarquia é inspiradora (a historia da Familia Real funde-se com a Historia da nação)
  • A monarquia é mais fotogenica. Quem se lembra de um casamento republicano? os casamentos reais sao sempre noticia, fazendo mais pela promoçao do país e a custos bem inferiores ao do Euro 2004 para citar um exemplo
  • a monarquia é mais patriotica, pois ao defender a pátria que é de todos, o rei defende tambem um patrimonio que é seu e da sua familia
  • a monarquia seria seguramente mais eficaz na promoçao da lusofonia, veja-se a titulo de exemplo o papel da familia real inglesa na "commonwealth" (riqueza comum), promovendo dezeas de culturas e etnias diferentes assegurando assim uma área de influencia invejavel para o Reino Unido
  • A monarquia é mesmo nalguns casos mais democrática, pois basta um referendo para mudar o regime, o que por cá por enquanto não acontece, pois como todos sabemos o artigo 288/alinea B da constituição proibe essa mudança.
  • Quem te medo da monarquia?

Nesta 5º edição da MGI falámos com o Duque de Bragança

Há pouco mais de 400 anos foi preciso ir buscar um seu antepassado a Vila Viçosa, hoje ele está mais perto de nós, está disponivel e não tem de ser convencido.

Falta-nos a revisão da constituição e o referendo.

Do que estamos a espera?"

In MGI, editorial de Otto Czernin

3 Comments:

Blogger Arrebenta said...

O Pretendente a Herdeiro, seguido de mais uma bastardice da Sonsa das Maiorias Absolutistas

Dedicado ao Kaos, e a alguns membros da minha família, por razões óbvias



No Princípio, era Godoy
-- cavalo do bom, "ia" ao marido e à mulher --
e gerou, de Maria Luísa de Bourbon-Parma, sua filha Carlota Joaquina,
que, por sua vez, gerou do Marquês de Marialva -- bicha do piorio, a quem Bedford, vinha de propósito, de Londres, fazer broches (tal qual como os nosso colunáveis vão hoje à favela brasileira -- agarra, Monchica, esta é directinha para ti!...).
que, dizia eu, gerou do Marquês de Marialva e do Jardineiro do Ramalhão,
Sua Majestade D. Miguel I de Portugal, e dos Algarves,
numa época chamada "Absolutismo", e que se caracterizava por, sempre que ela -- a maior puta que se sentou no Trono Lusitano -- tinha cio, mandar subir ao quarto o mancebo de libré que lhe guardava a porta. Eles saíam do colchão bem mais leves, e muito mais patenteados, uma espécie de Miss Fardas da altura, mas num nível de putice mais solene e majestático.
D. Miguel I ficou conhecido, em Portugal, pelas suas garraiadas, que eram uma espécie de "aceleras" da Ponte Vasco da Gama, mas montados a cavalo, e num "salve-se quem puder" do esborrachar o Zé Povinho. Quando não os esborrachava, nas garraiadas, dava-lhes com a moca, tendo passado para a História os célebres "Caceteiros Miguelistas" (deviam ter um ar parecido com o do "Major"...). As guerras entre Liberais e a Corja Miguelista fizeram multidões de mortos, e lançaram o país na mais profunda ruína.

Por estas coisas e outras tais, exilados, para SEMPRE, pela Carta Constitucional de 1834, dedicaram-se os Miguelistas a pôr ovos -- já não fecundados pelo Jardineiro do Ramalhão -- por terras austro-húngaras, bávaras, alemãs-"avant-la-lettre" e suíças.
Foi D. Miguel (II) gerado, por seu pai, da Freira Adelaide, e nunca lhe passou essa costela da beatice: quando Pio IX, um calhamaço de empatanço histórico, dogmático, e anatemizador da Felicidade Humana --- o João Paulo II da época -- se levantou contra a Reunificação Italiana, D. Miguel (II) apresentou-se-lhe, todo travestido de Zuavo, dizendo "que estava às ordens de Sua Santidade" para tudo o que fosse reaccionário, violento, e exterminador.

Era um homem de bem: aquando da I Guerra Mundial, já ocupava um alto posto no Exército Austro-Húngaro, por acaso, entrado em guerra com Portugal. Alguém lhe assoprou ao ouvido que ditava o mínimo bom senso que abandonasse essa hierarquia do exército que estava em luta com a pátria do seu pai...
De Dona Maria Teresa de Loewenstein-Wertheim-Rosenberg, gerou D. Miguel (II) seu filho D. Duarte Nuno, nascido no Castelo de Seebentein, em terras de Áustria, portanto, nascido cidadão austríaco.

D. Duarte Nuno viveu períodos muito atribulados da nossa história, a ascensão do Salazarismo, regime que sempre lhe cheirou bem, ao ponto da Câmara Corporativa se ter sobreposto aos actos do Regime Monárquico, permitindo -- única coisa com que humanamente aqui concordo... -- o regresso desse ramo familiar a Portugal, sempre que o quisesse. Em troca de sacar os bens da Casa de Bragança para o Estado Português, Salazar, rata sábia, deu-lhe um osso para ir roendo, o de poder usar o título -- enfim, não é título... -- de PRETENDENTE.
Ele adorou e roeu.
Não se conhece, a D. Duarte Nuno, nenhum acto de condenação do Totalitarismo que imperou, em Portugal, durante 48 infindáveis anos. Quando a II Guerra começou, basou logo para a Suíça, onde gerou o cidadão helvético Sr. D. Duarte Pio João Miguel Henrique Pedro Gabriel Rafael, Príncipe da Beira, e seus dois irmãos, uma bicha -- mais uma -- D. Miguel, e D. Henrique, reconhecido pela Ordem da Grã-Cruz dos Oligofrénicos.

Perguntavam à mulher do pai de um amigo meu, por que mantinha ele relações de convívio com Duarte Nuno, e a senhora, muito dignamente, costumava responder que "devia ser por serem ambos bêbedos e terem dois filhos atrasados mentais".... Mães de antigamente...

Não me venham perguntar do que é que eles, Miguelistas, viviam: na altura, ainda não se branqueavam capitais, não se usava o Futebol como cortina do Tráfico da Droga, o Tráfico de Armas era limitado à Alemanha Nazi, sob o disfarce da Cruz Vermelha. Certa, a única fonte que se lhes conhece era uma renda, recebida na Rua António Maria Cardoso, até 25 de Abril de 1974, por causa de uns inquilinos discretos, chamados PIDE, a Polícia Política do Regime, e até eram gente pacata, só se ouvindo gritos quando davam choques eléctricos nos genitais, arrancavam unhas, moíam à cacetada os interrogados, ou mandavam, para os anjinhos, de quando em vez, um deles. Afora isso, foram sempre gente certa, pagadora, e permitiram comprar muitos dos sorvetes que D. Duarte Pio chupava.
Vem tudo isto a propósito de mais uma cretinice da Socratina -- que, violando toda a História de Portugal, sobrepondo-se às decisões radicais da Carta Constitucional, e dos Actos de Banimento da Primeira República, esquecendo o que o exilado D. Manuel II tinha respondido aos Integralistas Lusitanos, de que "a coisa monárquica estava encerrada em Portugal" -- D. Manuel II foi dos poucos decentes, de entre a longa linhagem de gebos bragantina: bibliófilo e esteta, casado com a lindíssima Maria Augusta de Hohenzollern, cedo percebeu, no seu exílio inglês, que não se podia pretender ser Rei de um país já então completamente desintegrado das suas raízes -- e, dizia eu de que, a Socratina, ultrapassando mesmo, as ingerências do Estado Novo, decidiu, de um dia para o outro, que D. Duarte Pio, Senhor de Santar e Senhorio da PIDE, passava de "pretendente" a... HERDEIRO do Trono de Portugal.

Muito gostava eu de que a Sonsa, que nos governa, explicasse este pequeno milagre da Fé. Suponho que seja o seu pequeno "Simplex" monárquico, mas saiu-lhe, e saiu-se, mal. Por mais que ela se abespinhe e ponha em pontas, não há "herdeiros" do Trono de Portugal, há "pretendentes", e, no caso vertente, o Pretendente da Fraca Figura. Por oposição, daqui saúdo D. Juan Carlos de Bourbon, estadista exemplar, e figura maior do séc. XX, restaurador da Democracia em España, símbolo tutelar do desenvolvimento de um dos países mais prósperos da União Europeia. Arranjem-me um rei desses, e até eu o reconheço já amanhã.

Perguntem ao Sr. Dom Duarte Pio se sabe o que é feito dos seus antigos inquilinos da PIDE. Parece que, em substituição, e o valor não veio a lume, mas lembro-me de ser, há uns anitos, coisa já a rondar os 5 000 €. E quem paga?... Pois paga o Estado Português, eu e você. leitor, uma renda, superior a 5 000 €, ao ex-senhorio da PIDE. Dá vontade de perguntar se um gajo, que nunca sentiu o cheiro dos seus inquilinos, seria capaz de reconhecer, pelo olfacto, os seus 10 000 000 de pretensos súbditos. Quanto a mim... não.
De armas na mão, a minha família combateu os antepassados desse... cavalheiro; cosidos com as sombras, foram diversas vezes vítimas das perseguições dos seus inquilinos da Rua António Maria Cardoso.

Nessa tradição, é assim que aqui lhe pinto hoje o retrato. É pessoa que não me merece qualquer respeito, excepto alguns vagos juízos patéticos, sobre mais uma das muitas peças do nosso grande património histórico degradado: para todos os efeitos não passa de mais um fóssil, de inteligência duvidosa, que descende, em teoria, e em linha directa, através de duas bastardias, de Eudes, e de Hugo Capeto, Conde de Paris, o que, para os apreciadores dessas coisas, não passa de uma mera curiosidade genealógica, e, a mim, não consegue arrancar-me, sequer, o ar crispado e sisudo com que estive a redigir este texto.

Muito boa noite.

11:13 AM  
Anonymous Anônimo said...

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