sexta-feira, janeiro 27, 2006

Recordar...


250 anos passaram. Se o tempo pergunta ao tempo quanto tempo o tempo tem. O tempo responderá certamente ao tempo, que o tempo deste homem é um tempo intemporal. Responderá ainda o tempo, que homens como este não têm tempo, são parte dele. São o tempo... O calendário temporal de homens como este é por certo diferente do de outros homens, o seu calendário de vida diferente, porque a sua vida que ainda vive, também o é. Para homens assim, não há oriente eterno, há uma eternidade a haver. Ahh boa eternidade, ancorada a um som mágico de uma flauta.
250 anos passaram. Se há tempo de mudança, homens como este ainda os há. Por aí. Homens actuais, deste tempo e de outros, ancorados não a segredos, não a verdades absolutas, mas com a missão tão hercúlea de fazer propagar a música da harmonia. Por mais que erroneamente se julgue saber quem são estes pequenos grandes Mozarts eles poucos se dão a conhecer, preferem tocar os seus pianos, tocar as suas sinfonias, sem se mostrarem, mas dando sempre a mão quando preciso.

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